Formado nos anos 90, o trio de Esbjörn Svensson (ou E.S.T.), caracteriza-se pela sua inovação e versatilidade. Directamente da Suécia para o mundo, Esbjörn Svensson (piano), Magnus Öström (bateria) e Dan Berglund (contrabaixo), conseguiram misturar tendências tão diversas como música clássica, breakbeat, pop, rock, funk, electrónica, num novo estilo inominável com o jazz como fio condutor, sendo considerado um dos maiores grupos do jazz moderno.
Gravado em Dezembro de 2000 e editado em DVD em 2003, Live in Stockholm é um concerto memorável com temas do trio e interpretações irrepreensíveis dos temas mais clássicos.
Uma viagem original e arrojada por sons contemporâneos que nos levam às vibrações de uma qualquer grande cidade.
"A arquitectura tem vindo a ser para mim uma descoberta. E tem-se tornado num fascínio. Por isso este cruzamento com a música, proposto pela Trienal, se torna tão atraente e motivador. O desafio agora será compor para um trio clássico como este (piano, contrabaixo e bateria) relacionando a música quer com o espaço e o seu respectivo universo acústico, quer com a forma, ou a arte de delimitar esse mesmo espaço. No caminho – que terminará com o disco e o concerto – irei procurar estabelecer as mais variadas relações entre a música e a arquitectura (espero escapar às mais óbvias) de uma forma que possa ser estimulante para quem as ouvir. O facto de não saber, ainda hoje, qual o destino dessa procura, ou viagem, só aguça a minha curiosidade pelo percurso. "
(Mário Laginha)
Tanto Espaço in Espaço de Mário Laginha Trio (Mário Laginha, Bernardo Moreira e Alexandre Frazão) de Junho de 2007
"I don't know how to put it into words, but I know that I'm going in the right direction, that it feels like I am right here (...) Something tells you that you know when you're headed in the right direction. I just keep following my heart and my intuition. I'm doing it; I'm actually doing it; I'm not just thinking about it, but doing it."
Lançado em 2001, o primeiro álbum de India.Arie é uma lufada de ar fresco para a soul music. Num registo muito R&B, comparável a Odetta, Nina Simone, Tracy Chapman ou Lauryn Hill, este trabalho compõe-se de temas originais escritos por Arie, que lhe valeram várias nomeações para os Grammy Awards e mais de 2,5 milhões de cópias vendidas. Responsável por experiências sonoras e visuais que merecem atenção daqueles que gostam de boa música...é um prazer entrar no mundo de India.Arie.
O Jazz de Diana Krall nunca andou muito longe da bossa nova. Insinuante, sussurante, com respiração... E Quiet Nights é, efectivamente, mais um álbum de bossa nova. Perfeito, como tudo o que Krall faz, mas sem demasiado entusiasmo, como já nos habituou. É uma viagem que se pretende intimista, acompanhada pelo seu trio de eleição (Jeff Hamilton, Anthony Wilson e John Cayton).
Sugere-se a acompanhar um copo de um bom vinho tinto...numa banheira cheia de espuma ;)
Conhecido como um artista crossover, Jamie Cullum demonstra grande versatilidade sendo já considerado uma referência na recriação do Jazz.
Descreve o seu trabalho assim: "A maneira como gosto de abordar a música é misturando as coisas e, felizmente, gosto de misturá-la com coisas com as quais as pessoas estão mais familiarizadas. Eu adoro música Pop, por isso combino-a com o Jazz (...) Não porque queira torná-la acessível, mas porque é a música de que gosto. Apenas acho que tenho um ângulo de visão sobre ela, que as pessoas acham mais interessante."
Gravado em Julho de 2004, este é um concerto imperdível, num lugar mágico, e que conta com temas revisitados e originais.
O DVD inclui também entrevistas exclusivas e cenas de backstage das digressões pelo Reino Unido e EUA.